sábado, 30 de junho de 2012
“Sobre a vida, meu amigo, eu só tento reanimá-la.”
É tempo de se motivar.
Que seja paz interior ou qualquer problema brilhantemente resolvido.
Passei a querer o que me passei, medi minha capacidade e aumentei os esforços, sem falar que destacar tentativas frustradas é um jeito interessante de não repetir erros novamente.
Auto-investimento.
E porque não ser chamado de amor-próprio inovador ao invés de egoísmo sujo?
A caminhada sempre me pareceu cansativa e os objetivos distantes, mas a gente conhece tanta gente, e acaba rindo de quase tudo que caminha e nem sente ou sente e ignora porque o destino é um poder maior. Porque a graça é perceptiva ao lembrar, já a tristeza, é necessário que se lamente um tanto e aspire um arzinho de superação, e que nunca lhe falte esse arzinho, se não, veja que engraçado, lhe faltará vida. E só disso já se morre.
Carolinie Martins
Risos
Uma dose diária estúpida de sono!
E as letrinhas do teclado dedilhando meus poemas por costume.
Pra quê escrever João?
A poesia vai fluindo.
Ser feita pra poesia é tipo assim,
você ama, podendo ser qualquer pessoa, lugar ou coisa...
E a magia acontece.
É uma delícia, e só pode descrever assim o que ainda é mistério!
Eu acho genial quem vive rindo e cheio de problemas,
genialidade tem a ver com driblar situações pra ter sucesso, que acaba nisso ...
...risos...
Carolinie Martins
Omg: João Drama
E as letrinhas do teclado dedilhando meus poemas por costume.
Pra quê escrever João?
A poesia vai fluindo.
Ser feita pra poesia é tipo assim,
você ama, podendo ser qualquer pessoa, lugar ou coisa...
E a magia acontece.
É uma delícia, e só pode descrever assim o que ainda é mistério!
Eu acho genial quem vive rindo e cheio de problemas,
genialidade tem a ver com driblar situações pra ter sucesso, que acaba nisso ...
...risos...
Carolinie Martins
Omg: João Drama
domingo, 25 de março de 2012
Olá! Eu sou Tão Jovem e Tão Fraca
" E do inicio ao fim, mesmo com todos, eu caminhei só..."
Eu tenho pavor de adoecer. Por ironia ou qualquer que seja o motivo que eu evito pronunciar, sempre me escondo das enfermidades. Estas se aproveitam e me invadem por me ver sozinha. E de novo, acreditando em mim como fortaleza; mesmo que um espirro à toa me quebre as pernas.
Diante de algumas dezenas de problemas não seria o físico a me deixar fraquejar,ou que vá, ele mesmo me deixando derrubar.
Olá! Eu sou Tão Jovem e Tão Fraca.
Eu deixei de pedir socorro muito cedo, no mesmo momento prematuro em que cair e mesmo não caminhando por conta própria, eu me cuidei e curei. Não curei a doença, seguindo o primeiro pensamento, ela não me apagaria. Curei a angústia do estado solitário e da falta que alguém causava, curei a adolescência e me adiantei em curar a possível e mórbida depressão que vinha dos genitores.
Mas tem parte que não sara, e tem uma parte que "a gente" se obriga matar.
Do contrário, ela acaba matando "a gente".
Carolinie Martins
terça-feira, 20 de março de 2012
Para uma velha amiga
Minha Sá,
Eu fui andando em direção a uma velha casa hoje a noite, lembrando como era bom só chamar e poder sentar chorando declarando meus milhares de conflitos. Ainda estou meio chateada, mas acredite eu procurei alguém pra conversar e dar algumas risadas. Não pensei que acharia, e foi o que aconteceu.
Eu chorei esperando um ônibus, e senti muito medo de estar na rua tão tarde.
É porque esse tipo de coisa você não divide com um conhecido na fila do pão, você não abre em família tão pouco se apoia em quem vê do lado.
Se bem que nessas últimas horas eu juro que olhei e não vi ninguém. Quando não se tem muito, uma palavra te sustenta por mais algum período. Eu só vi mudos.
As pálpebras insistentes fecharam os olhos de quem eu mais esperei um olhar de consolo.
Ah, santa paciência. Pra esperar tanto de tão pouco.
Eu andei exageradamente e minhas pernas não sentiram absolutamente nada.
Há dois meses me tornei a pessoa mais frágil, o que nem de longe se parece com a minha personalidade original.
Não almejo superações grandiosas, apenas uma postura humana, nada rasteira.
De tudo, não luto mais por nada. Estou aqui, se Deus quiser me dar uma chance, ótimo, a usarei.
Desculpe os reclames noturnos, mas ainda quero aquele abraço.
E ainda quero viver!
Carolinie Martins
Omg: Caroline de Sá
Eu fui andando em direção a uma velha casa hoje a noite, lembrando como era bom só chamar e poder sentar chorando declarando meus milhares de conflitos. Ainda estou meio chateada, mas acredite eu procurei alguém pra conversar e dar algumas risadas. Não pensei que acharia, e foi o que aconteceu.
Eu chorei esperando um ônibus, e senti muito medo de estar na rua tão tarde.
É porque esse tipo de coisa você não divide com um conhecido na fila do pão, você não abre em família tão pouco se apoia em quem vê do lado.
Se bem que nessas últimas horas eu juro que olhei e não vi ninguém. Quando não se tem muito, uma palavra te sustenta por mais algum período. Eu só vi mudos.
As pálpebras insistentes fecharam os olhos de quem eu mais esperei um olhar de consolo.
Ah, santa paciência. Pra esperar tanto de tão pouco.
Eu andei exageradamente e minhas pernas não sentiram absolutamente nada.
Há dois meses me tornei a pessoa mais frágil, o que nem de longe se parece com a minha personalidade original.
Não almejo superações grandiosas, apenas uma postura humana, nada rasteira.
De tudo, não luto mais por nada. Estou aqui, se Deus quiser me dar uma chance, ótimo, a usarei.
Desculpe os reclames noturnos, mas ainda quero aquele abraço.
E ainda quero viver!
Carolinie Martins
Omg: Caroline de Sá
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Meu amor,
"...hoje o sol não apareceu..."
Uma nova mensagem: "(...) Apenas quero que volte a ser a pessoa apaixonante que você era(...)"
Meu pedido de perdão foi lançado.
Imploro que não tente entender o que passou por mim em relação a nós.
Que me julgue milhares de vezes e que finjas ir embora.
SUPLICO , finjas.
Eu não suportaria lhe vê partir.
Mas ainda assim, ainda em deploráveis lágrimas,
seja dura comigo.
Me deixei abater,
deixei introverter meus ditos românticos.
Eu quis ser tão apta em não lhe deixar faltar nada,
que acabei tirando de mim e não podendo mais suprir qualquer
que fosse a necessidade tua.
A gente tem muito amor pra dar, quando se tem de onde tirar.
Durante algum tempo, quando ainda existia reservas de tempos passados
eu quis expressar de todo modo o cultivado.
Não sobrou muito de mim, e eu vou aceitar, dolorosamente, se
não te contentares com pouco.
Por mais impressionante que isso possa parecer,
eu já fui inteira.
Eu já estive rodeada de boas pessoas e boas pretensões.
Seria arrogante da minha parte negar qualquer culpa.
Eu me esvaziei muito rápido.
Ironicamente, eu me enchi de um nada pra provar amores.
Por amor, me entenda.
Existe isso, AMOR.
Eu me encontro fraca até pra levantar a voz para quem disso duvida.
Mas a razão dos meus passos largos e impulsivos,
vem de um sentimento exagerado.
Estou permitindo que o lado obscuro me tome.
E nessa pessoa que assente a cabeça à tudo,
acredite, existe lá de longe uma grande questionadora.
Apagada.
Frágil.
Momentânea.
Viva?
Talvez apenas de pé.
Para a vida, de costas.
Para as oportunidades, atrás.
E para os obstáculos, de frente, de cara, de coragem.
Eu petrifiquei pra suportar por tempo recorde
a dor de quem ama,e se mede.
Que ama, e se esconde.
Que para as dificuldades, se entrega.
Me deixa respirar disso,
eu me esforço em pular tudo isso.
Mas a pergunta é,: Qual o esforço de um grão de areia, quando resiste a uma onda.?
Não sou grão, não sou onda.
Me enxergue humana, sem monstros pintados de histórias em quadrinhos ou livros psiquiátricos depressivos.
Eu erro também, choro por demais e amo, amo...
de um jeito que te toca.... eu sei que te toca.
Sinta ...
....e continue me amando .
Carolinie Martins
OMG: Naiara Araújo
Meus recortes
"Querido diário, vai perdoando minha ausência. Permito que me atire o primeiro objeto pontiagudo, desses que aqui lhe escrevo.
Levando na cara a gente aprende.
Antes que entenda mau, deixe-me lhe pôr à par das tristes situações..."
Anda faltando otimismo nas últimas semanas,
ou melhor, faltou mesmo, e apenas. Faltou!
Sem detalhamentos, tenho terror de amplificar meus dramas.
A poesia não flui quando dela se esquece, quando por folhas velhas se entristece.
Eu lamento, pois na maioria das vezes são falhas minhas.
Se o lado positivo der o ar da graça, deixe-o sussurrar para minha
própria defesa, isso só afeta a mim, a mim e a meus rabiscos medianos.
Tenho amado e duvidado desse amor, e provando se é forte mesmo e suporta tudo.
O tudo pelo qual me acostumei a sofrer e a desentender.
Há surpresas empolgantes, nada que supere uma vida simples sem fatos notados publicamente.
Perdoem-me se mau entendem minhas contraditórias desculpas,
eu ao menos me esforcei pra que se importassem comigo.
Carolinie Martins
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Que seja feita tua vontade!
Eu penso tão igual, ajo com uma singela naturalidade, tenho minhas preferências... O que sinceramente me leva a acreditar que sou diferente, que posso fazer o melhor?
Ah... meu amigo. A tal resposta não lhe cabe, não lhe assenta, nem ao menos compreenderás.
Melhor que isso,não existe, não justifica a pergunta, que , por sua vez, não procede.
Eu tenho sentido de tudo ultimamente, e principalmente sentindo do último. Ou primeiro, ou simplesmente” que seja feita tua vontade.”
Mas não estou ao menos me entendendo, eu me deixei. Isso, deixo claro, que nem de longe é auto-abondono, é necessidade de sentar e assistir o modo como devo me poupar de tudo isso.
Agindo e aprendendo comigo mesma, e escrevendo. Que desde os primórdios da adolescência, me descreveu melhor que qualquer perfil observador.
Melhor? Só não melhor que eu mesma, ou que tu.
Carolinie Martins
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Absorvição
"... E tudo que desaparece, de repente marca uma presença notória. Como se os verbos, ACABAR E PARTIR, dissessem pouca coisa, ou quase nada.
A absorvam, eu peço.
O passado se jogou de frente, e não houve desvio que se fundamentasse.
Ela não enxergou malicia em querê-lo perto,
e de certas circunstâncias não havia um porquê para a distância.
Aqui entre "acás", não existe efeitos por um ser, que depois de tudo veio todo simples...."
Carolinie Martins
Omg: Yvabelle Mayane
Nos erros
Mas uma sozinha. E não... não tenho nada que venha a desmentir o primeiro adjetivo.
Por bem me conhecer, já sei o que me segue, o que persegue. Os ditos sofredores retomaram as pontas dos lápis, as linhas se tornaram mais claras no mesmo nível que os mau-entendidos se alastraram. Pelo fato de que sempre estarão direcionadas a um outro, se o outro não for mais o mesmo. Lugares registrados e sempre modificados, e sempre reinaugurados e sempre retomados como primeiro, e não como último.
Como se eu não aprendesse de uma só vez, mas aqui estou. Errei a primeira, se cabeça virada, errei a segunda.
Pelas minhas próprias leis, uma terceira vez seria inadmissível.
Carolinie Martins
Por bem me conhecer, já sei o que me segue, o que persegue. Os ditos sofredores retomaram as pontas dos lápis, as linhas se tornaram mais claras no mesmo nível que os mau-entendidos se alastraram. Pelo fato de que sempre estarão direcionadas a um outro, se o outro não for mais o mesmo. Lugares registrados e sempre modificados, e sempre reinaugurados e sempre retomados como primeiro, e não como último.
Como se eu não aprendesse de uma só vez, mas aqui estou. Errei a primeira, se cabeça virada, errei a segunda.
Pelas minhas próprias leis, uma terceira vez seria inadmissível.
Carolinie Martins
domingo, 22 de janeiro de 2012
Indignada
Estou de cabelos escovados e com uma ressaca cômica Os dias anteriores não se oprimiram diante dos outros dias movimentados. Eu senti nesses últimos tempos um peso maior nas doses de palpitação. Assumo erros meus em uma minima porcentagem desse percurso, mas existiram, e como errante de carteirinha me honro em não mentir...
Minhas experiências passadas foram úteis mais uma vez, e já à alerta me permita algumas críticas sobre os medíocres. Falo com a mesma arrogância que enche os olhos dos coadjuvantes. E espero, mesmo que tão tolos, subtenda minha revolta e meus espasmos imaginários de homicídio.
Peço aos que me lêem pela primeira vez que não se assustem, denoto a raridade com que a indignação frequenta os meus textos, mas acho válido repetir que esses últimos dias, caro leitor, o focinho de certa "gente" não me desce nem com um copo de leite com açúcar. Não por amargura, mas por repulsa a atos visto de amadores como perversos.
Estou de cá implorando bons motivos para levar à sério. Afinal de que serve o veneno sem machucar. Veneno que se preze dói também. Então porque não soltar um pouco do meu. A minha terceira lei, meu terceiro ideograma. Deixando de ser alucinógeno para torturar. E diga-se de passagem minha tortura só acaba ditas as palavra mágicas. As de sufoco e pedidos de piedade.
Dito então, o desabafo sempre foi o primeiro de muitos passos destrutivos, seguidos por ações um tanto frias.
Eu precisei soletrar para não usar a mesma caneta que aqui rabisca com uma decapitação da jugular.
É um fato frustado, visto que o ser mico-amador que tenta o meu naufrágio é pouco apresentável como jogadora.
É de se rir quando lembro, mas eu só costumo rir na finalização de um contra golpe (kaeshi-waza) perfeito. Daqueles digno que se apite o fim da luta por incapacidade do oponente.
Me despeço com um texto de vitória como dívida. Um até breve com o sangue no olho de todo jogador extraordinário.
Minhas experiências passadas foram úteis mais uma vez, e já à alerta me permita algumas críticas sobre os medíocres. Falo com a mesma arrogância que enche os olhos dos coadjuvantes. E espero, mesmo que tão tolos, subtenda minha revolta e meus espasmos imaginários de homicídio.
Peço aos que me lêem pela primeira vez que não se assustem, denoto a raridade com que a indignação frequenta os meus textos, mas acho válido repetir que esses últimos dias, caro leitor, o focinho de certa "gente" não me desce nem com um copo de leite com açúcar. Não por amargura, mas por repulsa a atos visto de amadores como perversos.
Estou de cá implorando bons motivos para levar à sério. Afinal de que serve o veneno sem machucar. Veneno que se preze dói também. Então porque não soltar um pouco do meu. A minha terceira lei, meu terceiro ideograma. Deixando de ser alucinógeno para torturar. E diga-se de passagem minha tortura só acaba ditas as palavra mágicas. As de sufoco e pedidos de piedade.
Dito então, o desabafo sempre foi o primeiro de muitos passos destrutivos, seguidos por ações um tanto frias.
Eu precisei soletrar para não usar a mesma caneta que aqui rabisca com uma decapitação da jugular.
É um fato frustado, visto que o ser mico-amador que tenta o meu naufrágio é pouco apresentável como jogadora.
É de se rir quando lembro, mas eu só costumo rir na finalização de um contra golpe (kaeshi-waza) perfeito. Daqueles digno que se apite o fim da luta por incapacidade do oponente.
Me despeço com um texto de vitória como dívida. Um até breve com o sangue no olho de todo jogador extraordinário.
Carolinie Martins
Omg: Laisy Simões
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