Sei o modo arrogante que tem ao gostar de ser desejado, cobiçado. A minha obsessão é um prato cheio pro ego. Não te considero um perverso, pois não sou o melhor exemplo de ingenuidade. Se eu tinha noção do fim, ter continuado foi opção minha.
Por mais atraente que o teu corpo, tua boca, você seja pra mim; eu enxergo mais longe, mais do que simples físico. Admiro o teu foco, teus objetivos e a seriedade que tem em tentar alcança-los. Eu daria tudo pra te ter desestruturado comigo, pra mim.
E essa saudade que maltrata. A falta de ouvir tua voz suave próxima, nem que seja me repreendendo; do teu toque seguro, da tua força e o teu peso sobre mim. Tenho saudades de tremer por dentro, de me arrepiar, de respirar fundo ou simplesmente faltar o ar. Sua mão em minha nuca, no meu corpo. É irracional buscar isso em outro homem, porque não vou encontrar quem sacie minhas expectativas e me dê vontade de passar dos limites e ir além.
Mas é isso aí, a vida segue... O sol nasce todas as manhãs... Os passos continuam a ser dados.
domingo, 5 de setembro de 2010
2ª carta - CPR
Lembro de momentos com você em todo tempo, e é o que me faz ouvir todas as músicas e classifica-las como: as nossas.
Você parece ter sido moldado ao meu gosto, o que é ridículo, porque é a única pessoa que me faz rir e me tira do sério ao mesmo tempo. É tão irritante o seu modo de tranqüilidade enquanto os ânimos estão alterados, o jeito calmo de dizer: - Eu não vou discutir com você! - desarmando toda uma situação que eu criei pra mostrar que eu posso ser irritante, tanto quanto você.
Sua fisionomia é tão nítida na minha memória que vejo familiaridade nas expressões de pessoas até mesmo desconhecidas, e são tantas essas expressões: o jeito de concordar num piscar de olhos, o charme com que morde os lábios, o “franzir” das sobrancelhas.
Ainda com detalhes tão comuns você me passa cada palavra e cada olhar com um toque único. Seus gestos me encantam até hoje. Seu comportamento marrento, dono do mundo se fazia perceptível até ao falar no telefone apoiando-se com pé na parede, a “falsa concentração” ao dirigir, o mover do punho no volante, o largar do pescoço quando sai do carro, um tipo de auto-avaliação. A demonstração de força, que me frustrou por não penetra-la; a tua presença e a tua postura diante da sociedade.
Você me transformou em fragmentos. Torne-me quebradiça, dependente, apaixonada, mulher. Despertou em mim uma vontade de sentir prazer, a tentação de descobrir novos caminhos, mais quentes e menos sérios; o que sinceramente não me trouxe arrependimento nenhum, à não ser por não ter aproveitado o fato de que estava ao meu alcance.
Saí da vida e dos costumes de uma menina, o que me faz acreditar que posso ser uma mulher, ou não. Pois toda vez que volto a pensar em você fico vulnerável e infantil, o que me faz retomar o lugar da tal menina; ou não.
Ao teu lado a palavra que mais me atormentava era: talvez. A dúvida era um pensamento constante. Era tudo seu, mas nascia em mim. A parte sua que existe dentro de mim. Minhas idéias se baseavam e nunca se firmavam. Logo eu que achava que só existiam duas respostas: o sim e o não, passei a desvalorizar a certeza.
Tentei conhecer pessoas novas, mas ninguém me olhou como você, ninguém tocou meu rosto nos momentos precisos, me fez tremer ou ficar indiscreta diante de alguma situação. Meu mundo se limitou em coisas que tem graça nenhuma. Se sua falta tirou o brilho de tudo.
Um dia me transtornei com um tapa, achei inaceitável. Sem saber que isso me acordaria do meu sono defensivo e me levaria a minha atual situação de passividade. O tapa que mostrou que as paixonites da imaturidade adolescente não passavam exatamente disso, e me permitiu descobrir que cada ação sua eram sinais de alerta sobre o mundo, sobre a vida, sobre nós. O nós que eu nem sei se foi de verdade, porque diante dos meus olhos era eu e você, e talvez na realidade fosse somente eu, eu e a ilusão de que o teria pra mim.
Mas eu nunca pensei na ilusão como algo negativo, se é ela que nos faz acreditar em algo tão distante. Triste é o depois, a desilusão que chuta os fatos imaginários e joga na nossa cara a verdade.
Eu te desejo cada segundo. Meu corpo ainda aquece, chego a suar frio quando penso nos teus toques no teu abraço terno e forte, no calor do teu corpo, na tua boca. Em pensar o quão submissa me torno em teus braços. Teu perfume é quase que uma droga pra mim.
Você parece ter sido moldado ao meu gosto, o que é ridículo, porque é a única pessoa que me faz rir e me tira do sério ao mesmo tempo. É tão irritante o seu modo de tranqüilidade enquanto os ânimos estão alterados, o jeito calmo de dizer: - Eu não vou discutir com você! - desarmando toda uma situação que eu criei pra mostrar que eu posso ser irritante, tanto quanto você.
Sua fisionomia é tão nítida na minha memória que vejo familiaridade nas expressões de pessoas até mesmo desconhecidas, e são tantas essas expressões: o jeito de concordar num piscar de olhos, o charme com que morde os lábios, o “franzir” das sobrancelhas.
Ainda com detalhes tão comuns você me passa cada palavra e cada olhar com um toque único. Seus gestos me encantam até hoje. Seu comportamento marrento, dono do mundo se fazia perceptível até ao falar no telefone apoiando-se com pé na parede, a “falsa concentração” ao dirigir, o mover do punho no volante, o largar do pescoço quando sai do carro, um tipo de auto-avaliação. A demonstração de força, que me frustrou por não penetra-la; a tua presença e a tua postura diante da sociedade.
Você me transformou em fragmentos. Torne-me quebradiça, dependente, apaixonada, mulher. Despertou em mim uma vontade de sentir prazer, a tentação de descobrir novos caminhos, mais quentes e menos sérios; o que sinceramente não me trouxe arrependimento nenhum, à não ser por não ter aproveitado o fato de que estava ao meu alcance.
Saí da vida e dos costumes de uma menina, o que me faz acreditar que posso ser uma mulher, ou não. Pois toda vez que volto a pensar em você fico vulnerável e infantil, o que me faz retomar o lugar da tal menina; ou não.
Ao teu lado a palavra que mais me atormentava era: talvez. A dúvida era um pensamento constante. Era tudo seu, mas nascia em mim. A parte sua que existe dentro de mim. Minhas idéias se baseavam e nunca se firmavam. Logo eu que achava que só existiam duas respostas: o sim e o não, passei a desvalorizar a certeza.
Tentei conhecer pessoas novas, mas ninguém me olhou como você, ninguém tocou meu rosto nos momentos precisos, me fez tremer ou ficar indiscreta diante de alguma situação. Meu mundo se limitou em coisas que tem graça nenhuma. Se sua falta tirou o brilho de tudo.
Um dia me transtornei com um tapa, achei inaceitável. Sem saber que isso me acordaria do meu sono defensivo e me levaria a minha atual situação de passividade. O tapa que mostrou que as paixonites da imaturidade adolescente não passavam exatamente disso, e me permitiu descobrir que cada ação sua eram sinais de alerta sobre o mundo, sobre a vida, sobre nós. O nós que eu nem sei se foi de verdade, porque diante dos meus olhos era eu e você, e talvez na realidade fosse somente eu, eu e a ilusão de que o teria pra mim.
Mas eu nunca pensei na ilusão como algo negativo, se é ela que nos faz acreditar em algo tão distante. Triste é o depois, a desilusão que chuta os fatos imaginários e joga na nossa cara a verdade.
Eu te desejo cada segundo. Meu corpo ainda aquece, chego a suar frio quando penso nos teus toques no teu abraço terno e forte, no calor do teu corpo, na tua boca. Em pensar o quão submissa me torno em teus braços. Teu perfume é quase que uma droga pra mim.
sábado, 4 de setembro de 2010
1° carta - CPR
Hoje pensei em escrever, não que se interesse por saber, mas achei legal. Na verdade o motivo disso não é contar algo, mas confessar que tudo que disse e vier a dizer já não move mais nada; isso por minhas tentativas frustradas de te fazer feliz.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Posion....
Todo ele não me deu tanta coisa...
Faz gosto mas quase não sacia.
E mesmo me matendo no tal mundo, maltrata mais a mim do que qualquer outra pessoa.
Não tenho como, nem porque evitá-lo. Exala do meu corpo, da minha língua, me tomando.
Tendo ele como defesa, tenho ataque.
Se um dia esse veneno não estiver mais em mim, provavelmente eu não estarei tão completa!!!
Ah ... masoquista!
Me puxa os cabelos....
Fico enojada ao ouvir palavras doces. Toques leves já não causam efeito algum. Peço que deixe os abraços marcados, pra poder lembrar de você.
Não me tranquile, não me acalme. Quero os batimentos revoltos. Estardalhaços no peito.
Há momentos em que evito a serenidade, prefiro as turbulências, que me tire dos trilhos, que me arranque as roupas e me roube beijos.
Ainda tem a minha fúria pra conter!
(Carolinie Martins)
Faz gosto mas quase não sacia.
E mesmo me matendo no tal mundo, maltrata mais a mim do que qualquer outra pessoa.
Não tenho como, nem porque evitá-lo. Exala do meu corpo, da minha língua, me tomando.
Tendo ele como defesa, tenho ataque.
Se um dia esse veneno não estiver mais em mim, provavelmente eu não estarei tão completa!!!
Ah ... masoquista!
Me puxa os cabelos....
Fico enojada ao ouvir palavras doces. Toques leves já não causam efeito algum. Peço que deixe os abraços marcados, pra poder lembrar de você.
Não me tranquile, não me acalme. Quero os batimentos revoltos. Estardalhaços no peito.
Há momentos em que evito a serenidade, prefiro as turbulências, que me tire dos trilhos, que me arranque as roupas e me roube beijos.
Ainda tem a minha fúria pra conter!
(Carolinie Martins)
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
♪ Cartas pra você - NX Zero

Eu tento te esquecer
Mas tudo que eu escrevo
É sobre você
Eu não posso me enganar
Fingir que estou bem
Porque não estou
Preciso de você
(Uh uh uh)
Preciso de você
Essa noite
E hoje estou aqui
Só pra te cobrar
O que você disse
Que iria ser pra sempre
Mas não foi assim
Agora o que me resta
Escrever nessa Carta
Pra lembrar
Eu passo tanto tempo
Só te procurando
Em um outro alguém
Mas não posso me enganar
Sinto sua falta
E ninguém pode ver
Preciso de você
(Uh uh uh)
Preciso de você
Essa noite
Meu súplicio.
Eu vivo o mundo como o vejo.
E apesar de parecer forte fujo dos vultos que me atormentam, fecho os olhos por medo.
Eu só me conheço a ponto assumir que falho toda vez que tento me adivinhar. Do meu passado, lembro apenas dos erros e ainda assim, os repito. Diante disso meu semblante se entristece, mas não me atrevo a mudar, uma mudança exigiria muito de mim. A minha ousadia é insistir numa caminhada de cabeça erguida e tentar agir com uma santa naturalidade, como se tivesse sobrevivido algo do que eu sou. Olhando no espelho, e não reconhecendo a imagem. ou às vezes nem vendo ninguém.
Todo meu suplício declaro com meras palavras. Pois minha alma já empobreceu.
E apesar de parecer forte fujo dos vultos que me atormentam, fecho os olhos por medo.
Eu só me conheço a ponto assumir que falho toda vez que tento me adivinhar. Do meu passado, lembro apenas dos erros e ainda assim, os repito. Diante disso meu semblante se entristece, mas não me atrevo a mudar, uma mudança exigiria muito de mim. A minha ousadia é insistir numa caminhada de cabeça erguida e tentar agir com uma santa naturalidade, como se tivesse sobrevivido algo do que eu sou. Olhando no espelho, e não reconhecendo a imagem. ou às vezes nem vendo ninguém.
Todo meu suplício declaro com meras palavras. Pois minha alma já empobreceu.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
...
Eu posso dizer tantas coisas...fingir dentre as minhas mil e uma maneiras de ser que você não significa mais nada.
Mas você me lê. Reconhece a minha desestrutura. Toca-me mesmo sabendo que qualquer toque me desmancha, e depois me constrói pro teu prazer.
Leva-me o corpo. Leva-me a alma.
Fico entre paixão e desespero.
Amor e desapego.
E você fica entre eu e a outra.
Entre a outra e outras.
(Carolinie Martins)
Mas você me lê. Reconhece a minha desestrutura. Toca-me mesmo sabendo que qualquer toque me desmancha, e depois me constrói pro teu prazer.
Leva-me o corpo. Leva-me a alma.
Fico entre paixão e desespero.
Amor e desapego.
E você fica entre eu e a outra.
Entre a outra e outras.
(Carolinie Martins)
Faz parte :(
Esperar que um suposto amor passe...te deixa vinculadoo a ele...inconscientemente....
É tentar dar mil voltas e quando pára..percebe que realmente eram voltas..circulos e parou exatamente onde começou
viva isso, te fara melhor pessoa no futurooo...sem traumas..sem furos na alma
viva o nao...viva a saudadees....a rejeição...pra depois viver a plenitude!
Quando a gente pensa que a pior besteira da vida e se apaixonar, comete um erro ainda maior, tenta esquecer com o tempo!
É tentar dar mil voltas e quando pára..percebe que realmente eram voltas..circulos e parou exatamente onde começou
viva isso, te fara melhor pessoa no futurooo...sem traumas..sem furos na alma
viva o nao...viva a saudadees....a rejeição...pra depois viver a plenitude!
Quando a gente pensa que a pior besteira da vida e se apaixonar, comete um erro ainda maior, tenta esquecer com o tempo!
Você = 1 opinião= nda
É engraçado quando a nossa opnião diverge de tantas outras. Procuramos nos
justificar e questionar com as melhores palavras ou termos que nossa linguagem permite, mesmo sem saber o riquissimo significado dessas palavras.
Admiro a pespicácia de quem se põe a provocar,tentando se impor. Mas tenha cuidado. Existem OPNIÕES e OPNIÕES. No mundo de diversidades que vivemos fazer com que o seu ponto de vista prevaleça é arriscado. E antes que se engasgue com suas pobres palavras. Pense e analise o modo como você se prosta diante da sua arrogância. Pense que além de você, da sua pequenez, existe um mundo que por sinal é bem maior do que pontos de vista. Pense que as pessoas apesar de serem diferentes tem a mesma habilidade no PENSAR, e acredite, elas também esperam que o que cada qual disser seja a verdade absoluta.
Use a sua força de vontade pra discutir. Acrescentar. Nunca imponha nada, não suponha que todas as pessoas se debruçarão sobre a sua teoria.
E aprenda, seja hoje, ou depois de algumas muitas esperiências que Valor é o grau de importância que se dá a determinadas coisas. Valor é algo muito forte pra ser difundido no geral.
A população mundial em estimativa é composta por 6.825.750.456 pessoas.
Imagine agora 6.825.750.456 valores.
6.825.750.456 Opniões.
Imagine o que é você...
Aprendeu?
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Desejo..'

Não vou dizer que suas palavras não expressam nada..mas diante do desenho dos teus labios, elas são insignificantes.
Não me importo se seus olhos fixam-se diretamente em mim, mas o brilho deles me faz perder qualquer noção de direção.
Percebo também que não preciso exatamente de carinhos, mas da presença de suas mãos sobre mim.
Que sua voz me comove mesmo que você não perceba que meus ouvidos estam atentos.
Na verdade...na real verdade.
Eu me apaixonei foi pelo teu corpo...pela tua presença física....fora qualquer tipo de sentimentalismo....no apse da atração...
Eu desejo...desejo
Eu só desejo,
Eu tendo contato com teu corpo,sinto muito,mas o que você pensa não significa absolutamente nada.
Eu quero que faça... que se mova.
Que me olhe não como menina, mas como mulher.
Que me beije não com amor, mas com vontade.
Que me toque não com carinho, mas com sensualidade.
Que não seja mágico, que seja real, vivo e carnal.
Sem almas...
O que eu quero é o teu corpo...e de preferência disposto...
Bem disposto...a me saciar...
(Carolinie Martins)
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