terça-feira, 26 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Um alerta....
"Nós todos temos nossos infortúnios, os mais obscuros dos dias. Nós devemos suportar e mantermos-nos fortes(...)♪ (Alter Bridge)
Meus olhos se fecharam.
Não pensem que eu queria partir para o lado obscuro da existência.
Desejei muito conhecer a vida e roguei para que ela me presenteasse
com a própria essência.
Busquei pouco ou por caminhos tortuosos
Mas, juro aos que se importam: eu tentei.
As minhas mãos não foram competentes o bastante
pra segurar qualquer faísca de felicidade.
Eu estava infeliz comigo mesma.
Não enxerguei vocês.
Que mesmo sem reciprocidade alguma, me incentivavam.
Eu deixei de acreditar no futuro.
Eu deixei muita coisa nessa vida.
Eu parei no tempo, e o tempo parou pra mim.
Isso já estava acontecendo à algum tempo....
Não foi tão surpreendente.
Eu já estava morta, ainda que respirasse.
Tão morta que fiquei em carne viva,
e isso deve ter iludido quem viveu comigo.
Não culpo qualquer sofrimento,
foi fraqueza.
Ato falho, que resultou em dores....
Quando a luz estava se apagando eu senti vontade de viver.
Eu lembrei que eu já sorri.
Que eu amei, e o amor foi mais forte que as desilusões.
Mas era tarde. Eu realmente achei que dava tempo de gritar algo relevante.
Gritar para os que ficaram, que não deixem a dor crescer e superar os risos.
Que digam a quem merece, que os ama.
Que se doem, porque a dor da decepção é bem menor do que magoar alguém importante.
Vivam de um modo "especial", ainda que essa palavra hoje seja "cafona".
Não deixe que o modismo derrube a simplicidade.
Mas não deu tempo, eu tentei ser forte, mas era tarde.
Aqui onde estou agora, não tem luz, não tem verde, não tem gente.
E essa sensibilidade toda que uso pra tocar vocês, que me deixa sentir a tristeza.
Eu alerto: Vocês não conhecem a tristeza...
Busquem...eu imploro...
Pelo amor de Deus corram ....
A tal felicidade que passou por mim aí....
eu não enxerguei...
Eu deixei a vida....
Me apaguei....
Carolinie Martins
Revisão: Suzana Naylle
Yuli Ana Campêllo
Ato falho, que resultou em dores....
Quando a luz estava se apagando eu senti vontade de viver.
Eu lembrei que eu já sorri.
Que eu amei, e o amor foi mais forte que as desilusões.
Mas era tarde. Eu realmente achei que dava tempo de gritar algo relevante.
Gritar para os que ficaram, que não deixem a dor crescer e superar os risos.
Que digam a quem merece, que os ama.
Que se doem, porque a dor da decepção é bem menor do que magoar alguém importante.
Vivam de um modo "especial", ainda que essa palavra hoje seja "cafona".
Não deixe que o modismo derrube a simplicidade.
Mas não deu tempo, eu tentei ser forte, mas era tarde.
Aqui onde estou agora, não tem luz, não tem verde, não tem gente.
E essa sensibilidade toda que uso pra tocar vocês, que me deixa sentir a tristeza.
Eu alerto: Vocês não conhecem a tristeza...
Busquem...eu imploro...
Pelo amor de Deus corram ....
A tal felicidade que passou por mim aí....
eu não enxerguei...
Eu deixei a vida....
Me apaguei....
Carolinie Martins
Revisão: Suzana Naylle
Yuli Ana Campêllo
Aos amigos.
...E outrora vi sua mão estendida, o sorriso aberto, um olhar tranquilo.. Sempre soube que estaria ali, eu sentia sua presença do meu lado. Percebi, ainda de longe, que você me ampararia. E ainda que não mais nos vejamos, ficará vestígios do que vivemos nesta vida. Do que sentimos, do quanto nos amamos..E eu digo pra quem quer que seja que eu amo, amo mesmo. Mato e morro. Porque minha vida só tem sentido se ela vir bem acompanhada. Não importando os passos traçados, os sorrisos que contam são os divididos.
Eu ainda acredito nas pessoas. Ainda me alimento da alma delas. Porque a minha tá entregue. O cuidado excede, a dor diminui e a tranqüilidade transpira, tudo num toque. Sempre estarei aqui... Porque você está presente. E isso é importante. Pra mim, é fundamental...
Carolinie Martins
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Único ser
Eu ainda tentei dizer tudo, mas o meu tudo vai sempre da minha forma.
Na minha letra.
E talvez eu não saiba escrever tão bem assim.
Mas eu largaria toda e qualquer folha,
todo e nenhum pensamento por uma só pessoa.
Não me prendo a querer agradar gregos e troianos.
Desse meu jeito fosco, digo que me ligo apenas à ela.
A agradá-la sempre, ou daqui a cinco minutos.
Dar tudo o que tenho, e criando ter.
Movendo montanhas por um único ser.
E amando sozinha, como sempre estive.
Agradecendo a imensa distância da rua , por essa se findar.
Acredite eu ainda te observo passando,
Voltei hoje, a só imaginar...
Carolinie Martins
Na minha letra.
E talvez eu não saiba escrever tão bem assim.
Mas eu largaria toda e qualquer folha,
todo e nenhum pensamento por uma só pessoa.
Não me prendo a querer agradar gregos e troianos.
Desse meu jeito fosco, digo que me ligo apenas à ela.
A agradá-la sempre, ou daqui a cinco minutos.
Dar tudo o que tenho, e criando ter.
Movendo montanhas por um único ser.
E amando sozinha, como sempre estive.
Agradecendo a imensa distância da rua , por essa se findar.
Acredite eu ainda te observo passando,
Voltei hoje, a só imaginar...
Carolinie Martins
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Nas batidas
" E sendo assim tão romântica ela tem tendência ao suicídio. Então por um breve momento de paixão ela abandona todas as suas responsabilidades."
(Vicky Cristina Barcelona)
~
Ainda diante da tal movimentação; e essa ainda mais aquecida.
As luzes não me deixam raciocinar, o grave ta pulsando na minha consciência,
e o que havia de sensato aqui, raridade, se esvaiu.
Aqui entre nós, um tanto seletos,
maturidade mesmo é ter mãos de poeta com tanta gente sem sintoma de sensibilidade.
Tanta gente com hábito interrupto de leitura e não entendendo
uma meia dúzia de palavras que vão à algum lugar.
Relendo, saem de algum lugar.
Até porque a pessoa-destino desse sentimento declarado
não se envolve em uma vírgula dessa bobagem melo-amorosa.
Carolinie Martins
Omg: S.N.S.L
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Sem conservadorismo algum !
Como poetizava Arnaldo Jabour:
Não se ama por referências. Ama-se pela paz que o outro dá, ou pelo tormento que este provoca.
~
Quero entender a fonte do meu equilíbrio, porque se eu bem me observar não há maturidade suficiente para me pôr sã.
Que modo exagerado de dizer que estou sendo sensata, não?
Não vou mentir, o estado "possessa" é bem mais provocante, mais envolvente.
Mas momentos insanos devem ser aproveitados entre eles, entre elas.
Estou eu, aqui, tentando expor tudo, sem que minhas más intenções se guardem nas entrelinhas.
Quero jogar no mundo meus desejos saltantes.
Estou faminta. Esse corpo que digo "meu" se dá involuntariamente.
E beija devorando, aquele beijo que chega a machucar de tanta vontade uma da outra.
O conservadorismo está longe de ser um dos meus princípios.
Sigo fielmente o sangue quente que aqui pulsa.
Porque tenho como objetivo o suor que exala a exaustão dos amores.
Não existe perversão atrás de uma porta fechada.
Até porque, volto a dizer, quem lê é mero figurante.
E nesse mundo explicitamente ativo, somos nós as únicas personagens.
Carolinie Martins
Revisão: Mia Martins
Omg: S.N. S.L.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Pulsações Vibrantes
"Eu ainda tento contar minha vida em capítulos, lembrando que, se por ordem de desalinhos, esses últimos anos serão os primeiros. Fato!"
Quando comecei a mentir minha intensidade? Quando a menosprezei tanto?
Ela anda sendo alimentada a semanas, quase que diariamente, e eu poupo quem quer que seja da sensação de dominar minhas pulsações vibrantes.
-Carolinie Martins
sábado, 28 de maio de 2011
É humano???
Tenho alguns problemas e queria dividir. Mas não há poesia que suporte tanto drama.
Carolinie Martins
Então deixo de me permitir desabafos, para não manchar minhas folhas com lágrimas
Escrevo diante de uma movimentação constante, o que não altera meus pensamentos, de tão tomados que estão.
Meus limites são testados a cada amanhecer na esperança de ouvir um "Bom dia!", ter um bom dia.
Estou aprendendo que ser humano, é humano, e isso é estupidamente difícil.
Carolinie Martins
Nos dezessete
sexta-feira, 27 de maio de 2011, às 04:50 hrs/am
" Repetindo os dizeres de um grande amigo:
A sexta incoveniente me invade!
O dia se joga como se eu permitisse que o hoje fosse ontem.
PAREI.....
Se eu entrar no tema tempo, este não mais me deixará mentalmente sadia.
Ainda que nãoandasse merecedora desse termo.
Porque a Síndrome do Pensamento Acelerado já é uma característica minha.
Ainda que fosse apenas pensamentos soltos,
mas me vejo cada vez mais ousada, perturbada.
Quem diria que esses 17 anos me limitariam desse jeito, me enfrentariam de tal modo.
Logo eu, cheia de mim, numa auto-suficiência invejável, me deixo laçada por um devaneio.
Um devaneio oito anos mais experiente.
Uma experiência que, diga-se de passagem, é até proveitosa.
Escrevo buscando coerência, mas creio que dezessete é pouco pra criar uma carga de juízo.,
talvez nos meus vinte e cinco.
Que ironia justificar minhas insanidades na minha pouca idade....
...deliciosa essa sensação de impunidade"
Carolinie Martins
Omg: S. N. S. L
Ícaro Costa
" Repetindo os dizeres de um grande amigo:
A sexta incoveniente me invade!
O dia se joga como se eu permitisse que o hoje fosse ontem.
PAREI.....
Se eu entrar no tema tempo, este não mais me deixará mentalmente sadia.
Ainda que nãoandasse merecedora desse termo.
Porque a Síndrome do Pensamento Acelerado já é uma característica minha.
Ainda que fosse apenas pensamentos soltos,
mas me vejo cada vez mais ousada, perturbada.
Quem diria que esses 17 anos me limitariam desse jeito, me enfrentariam de tal modo.
Logo eu, cheia de mim, numa auto-suficiência invejável, me deixo laçada por um devaneio.
Um devaneio oito anos mais experiente.
Uma experiência que, diga-se de passagem, é até proveitosa.
Escrevo buscando coerência, mas creio que dezessete é pouco pra criar uma carga de juízo.,
talvez nos meus vinte e cinco.
Que ironia justificar minhas insanidades na minha pouca idade....
...deliciosa essa sensação de impunidade"
Carolinie Martins
Omg: S. N. S. L
Ícaro Costa
quarta-feira, 18 de maio de 2011
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